O Tottenham optou por cortar os salários dos funcionários, contrariamente a medidas de outro clubes, que cortam sim o salário dos jogadores.

São cerca de 550 os funcionários do clube, incluindo diretores e empregados de todas as áreas. Estes salários terão um corte de 20%, excepto os ordenados da equipa técnica, na qual José Mourinho está incluído, e exceptuando também os salários de todos os jogadores, mantendo-se estes intactos.

Estes cortes, segundo Daniel Levy, o presidente dos “Spurs”, têm como objetivo manter empregos, de forma a não ter que despedir ninguém no clube. Levy acrescentou também, que tanto Mourinho, como o seu plantel, se mostraram dispostos a aceitar cortes nos seus vencimentos caso fosse necessário.

Como sabemos o futebol está parado em todo o mundo, de forma a diminuir o contágio pelo coronavírus, uma pandemia mundial declarada pela Organização Mundial de Saúde. Sem jogos não há receitas para os clubes, como tal todos os clubes terão de tomar medidas para evitar a falência. Tottenham é um dos muitos grandes clubes na Europa que gasta milhões por mês para pagar aos seus jogadores e staff, principalmente os jogadores têm ordenados muito volumosos, que estão a ser pagos embora não consigam executar as suas funções – jogar futebol.